Postagens

Desde que o rio é Rio é assim

Rio de Janeiro, 2 de novembro de 2025.  Achei que eu já tinha morrido tudo que podia durante a pandemia e o pandemônio. Achei que a falta de fé na humanidade já tinha matado todas as minhas expectativas a ponto de criar uma casca à prova de gente ruim. Achei que nada mais poderia me supreender. E olha lá mais um corpo estendido no chão. Queria sorrir e falar sobre a viagem que fiz a João Pessoa esta semana. Queria falar de Ariano, da poesia de cordel e das palavras de origem árabe que (d)escrevem o cangaço. Queria escrever sobre os encontros, as aprendizagens. Sobre o sol que nasce. Sobre o mar. Mas não consigo. Fecho os olhos e vejo mais um corpo estendido no chão. *** Rio de Janeiro, 28 de outubro de 2025. Prezados(as), boa tarde. Em virtude dos episódios de violência registrados na cidade, que ocasionaram o fechamento de diversas vias, as atividades letivas previstas para hoje (28/10) no CCET estão suspensas. Solicitamos que aqueles que já se encontram na Universidade avaliem cu...

Destino incerto, com vista pro mar

O grande príncipe preto do funk

Eu não sou daqui

Do medo à esperança, é tudo Ismália

Sangrando

Meu samba é de vida e não de morte

Ano passado eu nasci

Uma carta para Paulo Freire